Esta jornada fica marcada pelas vitórias fáceis que teoricamente eram previsíveis.
Começando pelo Sporting de Braga, que aplicou um futebol de grande nível frente a um fraquinho, fraquinho, fraquinho (não, não é engano, é mesmo fraquinho!) Sporting, no Alvalade XIXI.
2-1 é um resultado enganador, esperava-se uma goleada minhota que só não aconteceu porque os avançados “arsenalistas” estiveram demasiado perdulários. Por outro lado, gosto de ver os zbordinguistas a chorar por mais um penalty não assinalado (que obviamente, e mais uma vez não existe).
Como esperam ganhar a alguém com jogadores como o Matias que só joga (para ele) uma parte, ou com o “CaiEmForadeJogo” que andava perdido, em terras de nínguem? Foi preciso chamarem o mal-amado “floribelo” para fazer a diferença.
Acreditem que não me dá gosto nenhum quando escrevo: O Sporting é uma merda! :)
2-1 é um resultado enganador, esperava-se uma goleada minhota que só não aconteceu porque os avançados “arsenalistas” estiveram demasiado perdulários. Por outro lado, gosto de ver os zbordinguistas a chorar por mais um penalty não assinalado (que obviamente, e mais uma vez não existe).
Como esperam ganhar a alguém com jogadores como o Matias que só joga (para ele) uma parte, ou com o “CaiEmForadeJogo” que andava perdido, em terras de nínguem? Foi preciso chamarem o mal-amado “floribelo” para fazer a diferença.
Acreditem que não me dá gosto nenhum quando escrevo: O Sporting é uma merda! :)
Já o Porto viu-se à rasca em casa frente ao Nacional que vinha de um empate desmoralizador frente ao Sporting. Apesar disso, o Nacional jogou sempre ao ataque, e até ao intervalo só faltou o golo à equipa madeirense.
Após o intervalo, o Bimbinho claramente mexeu os cordelinhos, e consequentemente apareceu um penalty completamente surreal, como um cogumelo mágico, acompanhado de duas expulsões de belo efeito. Depois de um verão sem futebol, um gajo já não está habituado a coisas destas, é bom ver que nada mudou.
Como o jogo de futebol acabou por aí, recuso-me a comentar sobre ficção.
Após o intervalo, o Bimbinho claramente mexeu os cordelinhos, e consequentemente apareceu um penalty completamente surreal, como um cogumelo mágico, acompanhado de duas expulsões de belo efeito. Depois de um verão sem futebol, um gajo já não está habituado a coisas destas, é bom ver que nada mudou.
Como o jogo de futebol acabou por aí, recuso-me a comentar sobre ficção.
O futuro Campeão Nacional, o Benfica, ganhou facilmente ao Vitória de Guimarães, num jogo que à partida seria difícil, mas que a atitude e o querer da equipa encarnada tornaram muito simples. O golo apenas foi marcado no último minuto por Ramires, mas como se costuma dizer, “os últimos são sempre os primeiros”, logo poder-se-á dizer que é como se fosse no início da partida. Concluindo, o Benfica massacrou, e desaproveitou as inúmeras oportunidades criadas em todo o jogo.
Só uma nota final, gostaria de deixar aqui a frase que li num dos jornais diários desportivos: «Ramires é “Bom Petisco”» (clara alusão ao atum enlatado). Não tenho palavras para tamanha estupidez, se quiserem ler crónicas sobre futebol sérias, imparciais e realizadas por pessoas qualificadas, deixem de ler jornais de trampa e passem por cá mais vezes.
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